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Empresa mapeia riscos da concentração em nuvem e coloca governança, soberania digital e IA preditiva como pilares para evitar novos colapsos
O avanço tecnológico não impediu apagões sistêmicos como os que vivenciamos em 2025. O setor precisa de uma mudança profunda na estratégia de soberania digital; caso contrário, episódios semelhantes continuarão ocorrendo. É o que pensa Rodrigo Rangel Lobo, COO da Edge UOL, empresa brasileira especializada em cibersegurança e infraestrutura de TI.
O executivo analisa as interrupções registradas em provedores globais como AWS e Cloudflare no último ano. São eventos que, embora já superados, devem influenciar diretamente a forma como as empresas estruturam suas operações de agora em diante. “Resiliência deixou de ser um diferencial para se tornar uma condição de sobrevivência”, diz.
Segundo Lobo, a dependência excessiva de provedores únicos e a ausência de uma governança robusta foram fatores determinantes para a escala dos incidentes, evidenciando a vulnerabilidade de arquiteturas altamente centralizadas. Na prática, falhas em atualizações de segurança e erros de configuração em zonas de disponibilidade sobrecarregadas desencadearam efeitos em cascata, impactando setores que vão do varejo ao financeiro. Para o executivo, esses eventos reforçam que a adoção de cloud, por si só, não garante alta disponibilidade, especialmente sem uma camada estruturada de inteligência e governança.
A análise está alinhada a estudos de consultorias globais e movimentos regulatórios recentes. Relatório do Gartner sobre Geopatriation, bem como a implementação do Digital Operational Resilience Act (DORA), na Europa, indicam que a chamada “monocultura de nuvem” passou a ser vista como um risco sistêmico. Nesse cenário, a diversificação de ambientes ganha força como caminho prioritário.
Tendências para os próximos anos
A computação em nuvem não perderá relevância, mas deve evoluir para modelos mais distribuídos, diminuindo a dependência de pontos únicos de falha. Nesse contexto, a Edge UOL destaca três pilares estratégicos:
“A automação, sem governança, pode escalar de um erro local para uma crise global em segundos. O desafio agora é viabilizar que a tecnologia atue como um vetor de continuidade, não como uma fonte de risco”, conclui Lobo.
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