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Tecnologias de DLP passam a monitorar o uso de inteligência artificial nas empresas após ferramentas se tornarem o principal vetor de exfiltração de informações corporativas
A adoção acelerada de Inteligência Artificial Generativa (GenAI) sem o aval das equipes de TI consolidou um novo e silencioso risco cibernético nas corporações: o chamado Shadow AI. O reflexo dessa vulnerabilidade aparece nos indicadores de mercado: o Microsoft Work Trend Index aponta que 75% dos profissionais utilizam a inteligência artificial (IA) de forma não sancionada corporativamente, transformando essas plataformas no principal vetor de exfiltração de dados de negócios da atualidade, segundo o LayerX Enterprise AI Report. É nesse cenário que o mercado brasileiro necessita da tecnologias de Data Loss Prevention (DLP) direcionadas especificamente para mitigar os riscos e vazamentos.
O fenômeno evidencia a ausência de visibilidade e controle das áreas de tecnologia sobre os recursos acessados pelos colaboradores. Impulsionadas pelo dinamismo das entregas diárias, as equipes frequentemente inserem planilhas estratégicas, códigos proprietários e relatórios internos em plataformas públicas para obter resumos ou análises ágeis. Esse comportamento resulta na exposição involuntária de propriedade intelectual, provocando a perda de domínio da empresa sobre os seus próprios ativos de informação.
Para apoiar as lideranças de tecnologia nesse desafio, a Edge UOL, empresa brasileira especializada em cibersegurança e infraestrutura de TI, disponibiliza portfólios robustos de DLP. Com cobertura abrangente, a oferta engloba a proteção de dados em uso, em trânsito e em repouso (data at rest), agregando defesas customizadas contra o Shadow AI. O sistema realiza o monitoramento proativo de endpoints, como notebooks e dispositivos móveis corporativos, além de serviços baseados em nuvem, agindo prontamente na identificação, classificação e no bloqueio de interações em desconformidade.
“Os profissionais continuarão buscando alternativas tecnológicas para aprimorar sua produtividade e letramento digital. Desse modo, a nova corrida corporativa não reside unicamente na eficiência operacional, mas sim na implementação de uma governança rigorosa que proteja o futuro e a perenidade dos negócios”, afirma Rodrigo Lobo, COO da Edge UOL.
A tecnologia é capaz de analisar a natureza dos prompts, detectando informações sensíveis – como CPFs e dados pessoais identificáveis – e interrompendo o envio de pacotes para plataformas públicas como ChatGPT, Gemini e Claude.
“Nossa abordagem de DLP não se limita a bloquear saídas físicas pontuais, como portas USB – ela foca na movimentação estrutural da informação com base na classificação do seu conteúdo. Caso ocorra uma tentativa de carregar um arquivo restrito em uma IA de mercado, transferi-lo por e-mails externos ou mesmo adulterar a classificação do documento para burlar as diretrizes de compliance, o sistema coíbe o comportamento de maneira automatizada. A ferramenta atua, inclusive, na desabilitação temporária de comandos como copiar e colar (Control C/Control V) e capturas de tela, garantindo a integridade total do ativo”, explica Mauro Cesar de Souza, gerente Geral de Operações da Edge UOL.
Somada às camadas de controle nos terminais dos usuários, a arquitetura é suportada por um Centro de Operações de Segurança (SOC), estruturado para funcionar integralmente provendo recursos de mascaramento e políticas rígidas voltadas à adequação contínua à LGPD e auditorias regulatórias. Esse rastreamento cirúrgico de fluxos informacionais se consolidará, em breve, como uma diretriz mandatória de conformidade para o mercado corporativo.
A convergência entre visibilidade em tempo real e respostas automatizadas redefine a postura de defesa das companhias na era da IA massificada. “O mercado compreendeu que proibir o acesso não é uma alternativa viável ou inteligente para o negócio. O próximo passo da segurança da informação será regido pela capacidade de habilitar a inovação sem abrir mão da soberania dos dados”, conclui Lobo.
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